A colheita de algodão já passa da metade da área cultivada no País e os preços da pluma continuam em alta. O ritmo de negócios, no entanto, está lento. Produtores consultados pelo Cepea têm cumprido a entrega de contratos e reajustado os preços da pluma, quando não reservado o produto para vendas futuras, o que mantém baixa a disponibilidade no spot.

Paralelamente, parte dos compradores está cautelosa em aceitar os preços pedidos por vendedores. O receio é que não consigam repassar o aumento dos custos para os fios e demais produtos devido ao fraco desempenho do segmento de derivados.

Assim, apenas algumas negociações envolvendo pequenos volumes têm sido registradas, em casos de necessidade de recebimento imediato. Desde o início deste mês o Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento 8 dias, referente à pluma 41-4, posta em São Paulo, subiu 3,24%, fechando a R$ 2,2059/lp nessa terça-feira, 18.

Fonte: Agrolink